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Ciência e Tecnologia

Professora da UFPR recebe prêmio internacional na área de Toxicologia

Superintendência de Comunicação Social     11 de junho de 2019 - 12h27

Fotos: arquivo pessoal

A professora Helena Cristina da Silva de Assis, do departamento de Farmacologia da UFPR, recebeu o Prêmio de Capacitação (Capacity Building Award) no 29º Encontro Anual da Sociedade de Toxicologia e Química Ambiental (Setac Europe 29th Annual Meeting) em Helsinki, Finlândia. O prêmio reconhece indivíduos ou grupos por sua contribuição para a capacitação em ciências ambientais dentro de países com economias em desenvolvimento. A docente também foi eleita vice-presidente do Conselho Mundial da Setac – pela primeira vez o cargo é ocupado por um membro da América Latina.

Entre as contribuições que credenciaram Helena para a premiação estão a divulgação do Global Horizon Scanning Program, programa desenvolvido para identificar questões ambientais prioritárias na América Latina; a organização de simpósios sobre risco ambiental e de congressos de Ecotoxicologia, como o Ecotox-Brasil 2016 realizado em Curitiba; além da publicação de trabalhos e formação de profissionais.

“Representar a UFPR nesta jornada para mim será um orgulho e um desafio. Continuarei trabalhando no crescimento da Setac e manterei as características desta sociedade, que reúne membros de diferentes culturas, que falam línguas diferentes, que adotam práticas de trabalho diferentes com diferentes circunstâncias financeiras”, relata a docente que recebeu a premiação no dia 26 de maio e permanece no cargo de vice-presidente por dois anos. Após esse período, Helena se tornará presidente do Conselho Mundial da organização.

Os desafios da gestão incluem fortalecer a discussão das questões ambientais nos países em desenvolvimento e aumentar a participação tripartite (empresa, governo e academia). “Pretendo continuar trabalhando no melhor modelo de negócios para Setac, incentivando especialmente os estudantes a participarem da Sociedade para o conhecimento e discussão de questões ambientais mundiais”, ressalta.