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Professora Clotilde Germiniani é homenageada com nome em jardinete no Bacacheri

Simone Meirelles     11 de setembro de 2019 - 11h37

Solenidade de inauguração do Jardinete (foto CRMV/PR)

Com a presença do prefeito de Curitiba, Rafael Greca, professores, representantes de órgãos de classe, amigos e familiares, foi realizada a solenidade de inauguração do jardinete Clotilde de Lourdes Branco Germiniani, em homenagem à renomada professora da UFPR e médica veterinária. Localizado na entrada do Parque Bacacheri, em frente ao número 2.302 da Rua Nicarágua, o jardinete foi apresentado na tarde do dia 9 de setembro, quando também se comemora o Dia do Médico Veterinário.
Estiveram representados no evento órgãos de classe como a Academia Paranaense d Medicina Veterinária, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná e o Fórum das Entidades de Classe da Medicina Veterinária do Paraná. A proposição foi da vereadora Julieta Reis, sancionada pelo prefeito Rafael Greca.

Segundo o presidente do CRMV-PR, Rodrigo Távora Mira, aluno da professora no curso de medicina veterinária da UFPR, “O sentimento que tenho é de gratidão como médico veterinário e como cidadão, pois a professora Clotilde teve contribuição única. É muito raro um ser humano com tantas virtudes”, declarou. “Professora Clotilde, nossa homenageada por merecimento e reconhecimento, tem o seu nome escrito na história da medicina veterinária do Paraná e do Brasil. Mesmo ausente, é fonte de inspiração para o nosso caminhar e para as futuras gerações”, destacou Paulo Alfredo Miranda, presidente da Academia Paranaense de Medicina Veterinária. A inauguração contou com a apresentação da banda Lyra Curitibana.

Sobre a professor Clotilde
Doutora em Bioquímica, livre-docente e catedrática de Fisiologia da Universidade Federal do Paraná, foi a primeira mulher catedrática em um Curso de Medicina Veterinária no Brasil. Foi a única representante do Paraná na Academia Brasileira de Medicina Veterinária. Seu vasto currículo inclui a participação na fundação da Sociedade Brasileira de História da Medicina (1996), compondo ainda a Academia Paranaense de Letras, o Centro de Letras do Paraná, Centro Paranaense Feminino de Cultura, Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e Academia de Cultura de Curitiba. A professora formou gerações, apadrinhou diversos expoentes da medicina veterinária brasileira e apresentou a profissão à sociedade com a publicação de artigos em revistas e jornais de grande circulação nacional. Ela faleceu em março de 2018.

(Com Agência CRMV-PR)