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Homenageados do Aniversário de 107 anos da UFPR: professor Aldo Zarbin é destaque em pesquisa

Superintendência de Comunicação Social     10 de dezembro de 2019 - 16h00

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) comemora 107 anos com memórias e histórias de milhares de acadêmicos, servidores técnico-administrativos e professores. Estas histórias são motivos de orgulho, pois representam trajetórias de dedicação, determinação e amor ao ensino, pesquisa e extensão. Estas conquistas serão representadas por homens, mulheres  e projetos que se destacaram e, por isso, serão homenageados pela universidade no dia em que a instituição mais antiga do país celebra o seu aniversário.

Pesquisa

 

O professor Aldo Zarbin não poupa elogios ao falar sobre a sua casa. Prestes a comemorar 22 anos de Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2020, ele será um dos homenagedos na solenidade de aniversário da instituição, marcada para esta quarta-feira (11), a partir das 19h, no Teatro da Reitoria. Zarbin considera a UFPR a sua “casa científica”, e o trabalho com pesquisa um grande prazer.

Recentemente, Zarbin, professor do Departamento de Química, foi eleito membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), uma das instituições científicas mais antigas do Brasil. A posse está marcada para maio de 2020.

O professor Aldo Zarbin eu seu laboratório, no Departamento de Química da UFPR. Foto: Marcos Solivan/Sucom-UFPR

O professor lembra de ter acompanhado desde que chegou um processo de transformação na pós-graduação em Química, onde constrói sua trajetória científica. Quando ingressou, só havia mestrado, mas hoje, além do doutorado, o programa recebeu o selo de nível de excelência da Capes, que é a nota 7 na avaliação da pós-graduação. “Tenho orgulho de ter participado desde o início desse processo”, lembra.

A liderança acadêmica de Zarbin também se consolidou com a sua participação em programas como o CT-Infra, que possibilitou à Universidade a aquisição de equipamentos importantes para o desenvolvimento de pesquisas de ponta. O professor também atua no Programa Institucional de Internacionalização (Print) e coordenou por duas vezes o programa de pós-graduação em Química, nos últimos anos. Para ele, ser homenageado “em casa” é muito gratificante. “Ser homenageado pela sua instituição, pelos seus pares, muitas vezes é mais enriquecedor do que fora. Aqui é minha casa científica, onde passo a maior parte do meu tempo, vivendo os prazeres do meu trabalho, que é o que amo”, celebra.

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