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Acordo entre UFPR e Universidade da Colômbia promove troca de conhecimento na formação de professores em diferentes áreas do conhecimento

Superintendência de Comunicação Social     22 de março de 2019 - 12h50

A Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e em Matemática (PPGECM), assinou acordo de cooperação internacional com a Universidade Pedagógica Nacional da Colômbia nesta sexta-feira (22). O objetivo do acordo é viabilizar que alunos e docentes realizem intercâmbio e troquem ideias, desenvolvendo o conhecimento nessa área de ensino e ciências.

A iniciativa nasceu de um trabalho em conjunto já desenvolvido há algum tempo entre Sérgio Camargo, docente do PPGECM, e Leonardo Fabio Mártinez Pérez, reitor da Universidade Pedagógica Nacional. “As duas universidades têm muita coisa em comum, principalmente nos programas de pós-graduação que possuem linhas de pesquisa e grupos de pesquisa parecidos.  Estreitar esses laços vai possibilitar que nossos alunos possam participar de eventos e de grupos na Colômbia e vice-versa”, diz Camargo.

Para Pérez, a intenção do acordo é desenvolver intercâmbios colaborativos entre estudantes de graduação e pós-graduação das duas instituições. “Pretendemos fazer pesquisas colaborativos e estabelecer uma rede de conhecimento nessas áreas de interesse, principalmente na educação”.

Foto: Marcos Solivan

A Universidade Pedagógica Nacional é considerada a universidade mais importante da Colômbia na formação de professores em diferentes áreas do conhecimento. Já o PPGECM é um programa de pós-graduação intersetorial pertencente ao Setor de Educação e ao Setor de Ciências Exatas com docentes da UFPR e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Recentemente, o Programa teve aprovado seu curso de doutorado, que deve iniciar a primeira turma ainda este ano.

De acordo com o diretor de Relações Internacionais da UFPR, André Duarte, essa cooperação aproximará muitos projetos em comum na área da formação docente e serve como marco entre as instituições. “Podemos expandir o acordo para outros campos, o que certamente será muito benéfico”, relata.