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Extensão e Cultura

7º Campeonato Paranaense revive magia do “cubo mágico”, neste final de semana (9 e 10/12), na UFPR

Superintendência de Comunicação Social     6 de dezembro de 2017 - 16h18

 

O torneio reuniu 80 participantes na UFPR, em 2016. Imagem: Hevelyn Sato.

Quarenta e três anos depois da sua criação, o “cubo mágico” (originalmente chamado de Cubo de Rubik) esbanja vitalidade. Sucesso nos anos 80, o brinquedo inspirou  o lançamento de um torneio – o Campeonato Paranaense de Cubo Mágico, ou ‘Capivara 2017’, que terá sua 7ª edição no sábado e no domingo (dias 9 e 10), no auditório do prédio do curso de Engenharia Florestal, no campus Jardim Botânico da UFPR. Veja a programação do torneio AQUI. 

É a terceira vez que a competição acontece na UFPR; as outras duas foram em 2015 e em 2016, sempre com sucesso de público. No ano passado, no Centro Politécnico,  80 jogadores participaram do torneio, que é reconhecido pela Associação Mundial de Cubo Mágico (WCA) e, por isso, conta pontos para os rankings oficiais que reúnem competidores de todo o mundo.

Este ano, 50 “cubistas” da UFPR e da comunidade externa já confirmaram presença no torneio, mas o número poderá aumentar porque os interessados em participar da modalidade mais conhecida do “cubo mágico” (a categoria 3x3x3) podem se inscrever no  domingo. No total, serão 16 modalidades. Os vencedores serão premiados com troféus e medalhas – incluindo as três mulheres e o iniciante mais bem colocado.  Os participantes não poderiam ter perfis mais variados. São fãs do brinquedo com idade entre oito e 60 anos de vários Estados.

Clima de amizade

As competições de cubo mágico na UFPR surgiram por iniciativa de Hevelyn Sato, aluna do 9º período de Engenharia Florestal, e seu irmão, Heron (que é formado em Engenharia Mecatrônica pela Universidade de São Paulo – USP). Os dois começaram a participar de torneios em 2011. Animados  com os resultados, decidiram trazê-los para a UFPR. “Nós estamos amadurecendo a ideia. É um processo de aprendizagem. Vamos ver o que dá certo e o que não dá”, diz Hevelyn.

Ela desmistifica a ideia, aliás, de que a competição é uma batalha acirrada entre os “cubistas”. O clima que predomina, na verdade, é o oposto ao de um cenário de guerra. “A atmosfera é diferente. As pessoas discutem, trocam informações e aprendem um jeito de resolver o cubo mais rápido. Além disso, é interessante porque elas podem tentar bater seus próprios recodes”, conta.

O “cubo mágico” foi inventado pelo húngaro Ernő Rubik em 1974, mas fez sucesso no Brasil apenas nos anos 80. Vendeu mais de 900 milhões de unidades, no mundo todo. Sua versão mais comum é a 3x3x3 (composta por 6 faces de 6 cores diferentes), de plástico, embora o brinquedo tenha sido produzido também com o uso de outros materiais. Mas existem versãos menores conhecidas como 2x2x2, 4x4x4 e a 5x5x5.


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